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Agência Mural completa 10 anos de jornalismo nas periferias com novidades

Por: Redação

 

Em 24 de novembro de 2010, 20 jornalistas, comunicadores, publicitários que viviam nas periferias de São Paulo iniciavam uma jornada que não sabiam ao certo onde daria. Cobrir os bairros onde moravam e publicar todos os dias uma nova história em um blog – o blog Mural.

Desse trabalho nasceu a Agência Mural de Jornalismo das Periferias que completa nesta terça-feira (24) dez anos. Foram milhares de histórias sobre as diversas realidades das periferias de São Paulo e das cidades da região metropolitana.

Chegamos a uma década com a certeza de termos vencido muitas batalhas na quebra de preconceitos sobre as periferias e em denunciar as desigualdades existentes nessas regiões.

Ao mesmo tempo, em um ano tão delicado como 2020, quando a pandemia de Covid-19 escancarou ainda mais a precariedade do Brasil, renovamos nosso compromisso em informar ainda mais sobre todas as periferias, em ressaltar as potencialidades, as redes de solidariedade das favelas, a capacidade de criar em meio às dificuldades.

Seguimos batendo na tecla que não somos carentes, somos agentes da cidade. Seguimos na cobertura que vê todas as regiões como parte detentora dos mesmos direitos, independente da renda, raça ou gênero.

E para reforçar essa cobertura jornalística da quebrada demos um outro passo. Nos próximos dias, correspondentes das periferias de Salvador, na Bahia, irão contar as histórias da cidade mais negra do Brasil.

Nosso projeto piloto mostrará a realidade de sete bairros soteropolitanos com a mesma característica que defendemos desde o início – a ideia do correspondente local, que vive na região, e sabe melhor do que ninguém sobre como cobrir o que acontece ali.

Agência Mural começou como um blog em 2010 @Magno Borges/Agência Mural

Confira a página de Salvador e continue acompanhando nossa cobertura sobre as periferias. E obrigado por seguir conosco ao longo desses 10 anos.

Mural existe porque você nos apoiou até aqui e contamos com você para continuar fazendo jornalismo sobre as periferias, pelas periferias e para as periferias.

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