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Aulas presenciais voltam a ser obrigatórias nas escolas estaduais; saiba como fica a situação na Grande SP

Levantamento da Agência Mural mostra que pelo menos seis cidades da região metropolitana, como Guarulhos e São Bernardo do Campo, vão retomar a obrigatoriedade do ensino presencial

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Notícia

Publicado em 18.10.2021 | 16:31 | Alterado em 23.11.2021

Tempo de leitura: 2 minutos

A partir desta segunda-feira (18), as aulas presenciais voltam a ser obrigatórias em toda a rede estadual de São Paulo. Até agora, a presença dos estudantes nas escolas públicas era opcional e os pais poderiam decidir se preferiam ou não enviar os filhos para a sala de aula. Com a mudança, os alunos passarão a frequentar as unidades da rede semanalmente.

A obrigatoriedade do ensino presencial vale também para escolas municipais e particulares de cidades que não tenham o próprio Conselho de Educação. Os municípios com conselhos podem optar por acompanhar a decisão estadual ou manter o retorno facultativo dos alunos.

Em 15 cidades da Grande São Paulo a volta ao ensino presencial será facultativa @Léu Britto/Agência Mural

A Agência Mural entrou em contato com as prefeituras de todas as cidades da Grande São Paulo e apenas seis disseram que vão seguir o estado e obrigar a volta dos alunos para o ensino presencial. Em Guarulhos e em São Bernardo do Campo, por exemplo, as aulas presenciais passam a ser obrigatórias a partir desta segunda-feira (18).

Em Santana de Parnaíba, Itapecerica da Serra e Cajamar, os estudantes terão que voltar para o presencial a partir do dia 3 de novembro. Já em Barueri, a prefeitura disse que a adesão dos alunos da rede municipal às aulas presenciais já estava em 100% antes mesmo do decreto do governo estadual.

Em 15 cidades a volta ao presencial continuará facultativa. São elas: São Paulo, Cotia, Arujá, Jandira, Osasco, Rio Grande da Serra, Santo André, Ribeirão Pires, Francisco Morato, Carapicuíba, Suzano, Mogi das Cruzes, Vargem Grande Paulista, São Caetano do Sul e Taboão da Serra.

A reportagem não conseguiu contato ou não obteve resposta das outras 18 cidades que fazem parte da região metropolitana.

Na capital paulista, apesar da não-obrigatoriedade, o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os alunos não será mais aplicado a partir do dia 25 de outubro.

Em entrevista coletiva na última semana, o secretário municipal de educação, Fernando Padula, afirmou que a mudança encerrará o revezamento de alunos na rede municipal. “Não haverá mais rodízio nas escolas municipais, todos os alunos poderão ser atendidos todos os dias.”

PERGUNTAS E RESPOSTAS

O que muda na rede estadual?
A partir desta segunda-feira (18), as aulas presenciais voltam a ser obrigatórias em toda a rede estadual. O distanciamento de um metro entre as carteiras, proposto pelo estado, continua valendo até o dia 3 de novembro. Depois dessa data, não há mais obrigatoriedade de manter o espaçamento entre os alunos.

A regra vale para todas as idades?
Sim. A volta ao ensino presencial é obrigatória para os alunos de todas as idades que estudam na rede estadual de ensino.

Há alguma exceção?
Sim. Adolescentes com mais 12 anos que façam parte do grupo de risco e ainda não tenham completado o esquema vacinal não precisam voltar às aulas nas escolas estaduais neste momento. Haverá exceção para estes casos e para gestantes, puérperas e crianças menores de 12 anos pertencentes ao grupo de risco.

Estudantes com condição de saúde de maior fragilidade à Covid-19, mesmo com o ciclo vacinal completo, também podem continuar estudando à distância se houver prescrição médica.

Nas escolas particulares a volta às aulas presenciais já é obrigatória também?
Segundo o estado sim, mas cada cidade pode ter sua regra própria. Em São Bernardo do Campo, por exemplo, a volta às aulas presenciais será obrigatória nas escolas particulares somente a partir do dia 3 de novembro. Confira com a prefeitura da sua cidade como ficará a situação.

Jéssica Bernardo

Jornalista, cria de uma família de cearenses. Apaixonada por São Paulo, bolos e banhos de mar. Correspondente do Grajaú desde 2017.

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