Arquivo pessoal/Divulgação
Por: Jacqueline Maria da Silva
Notícia
Publicado em 02.06.2026 | 11:59 | Alterado em 02.06.2026 | 12:32
Já ouviu falar em biquínis de fita? Eles são ideias para quem gosta daquela marquinha de sol bem fina, que valoriza as curvas. Eliana Alvarino, 43, empreendedora de Diadema, na Grande São Paulo, criou uma marca de moda praia artesanal e sustentável para quem curte um bronzeado perfeito.
Chamada “Sol que Queima”, a marca oferece esse produto com modelos asa delta de cores variadas, com peças exclusivas que trazem conforto e não ficam saindo do lugar. A empresa está há 11 anos no mercado e é pioneira na confecção artesanal de moda praia nas periferias da Grande São Paulo.

O ateliê da empreendedora Eliana que criou a marca de biquínis ‘Sol que Queima’ @Arquivo pessoal/Divulgação
“A Sol que Queima acredita na moda sustentável e na exclusividade. Trabalho com tecidos em quantidades limitadas, criando peças únicas, cheias de personalidade e difíceis de encontrar iguais novamente”, comenta a empresária Eliana.
A novidade é que a marca lançou uma parceria exclusiva com a Agência Mural, oferecendo condições especiais de compra para os leitores, incluindo:
A loja virtual oferece entrega para todo o Brasil. Para consultar o catálogo de preços e garantir o desconto, é só chamar no WhatsApp e avisar que é leitora da Mural. Mas atenção: as peças são limitadas!
Quem diria que uma viagem de descanso à praia se tornaria uma possibilidade de trabalho e renda. Foi assim que aconteceu com Eliana, em 2015.
De férias com a família em Santa Catarina, ela procurou em muitas lojas por biquínis com modelagem menor e que valorizasse a marquinha do sol. No entanto, só encontrava modelos grandes que não vestiam bem. “Sempre fui pequena e magra”, explica.
Quando voltou de viagem, trouxe na bagagem uma ideia: criar a própria linha moda praia. Buscou capacitação em biquíni, lingerie e modelagem e com apoio do marido, investiu em máquinas para começar a produzir as peças.
“No começo foi muito difícil, com bastante esforço e aprendizado diário, mas aos poucos fui criando minhas próprias modelagens, pensadas especialmente para quem gosta de uma marquinha bonita e de um biquíni que realmente vista bem”.
Faltava o nome, até que em uma conversa com uma grande amiga de quem recebeu ajuda no início da empresa, chamada Tatiane Martins, veio a ideia. “Ela falou: ‘o que acha do nome Sol que Queima?’. Eu gostei na hora!”, descreve a cena.
Hoje, Eliana produz as peças no ateliê adaptado em sua casa e faz as vendas pelo Instagram, Facebook e Whatsapp. Ela comemora o sucesso da marca que tem como carro-chefe o biquíni de fita, justamente pelo diferencial na modelagem.
“A ‘Sol que Queima’ foi criada com muito carinho, dedicação e autenticidade. Me sinto muito feliz em ver que um negócio que começou com dificuldade, acabou se transformando em uma marca que ajuda outras mulheres a se sentirem bonitas e confiantes como eu”.
Jornalista, vencedora de prêmios de jornalismo como MOL, SEBRAE, SIP. Gosta de falar sobre temas diversos e acredita do jornalismo como ferramenta para tornar o planeta melhor.
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